Os Mestres das Runas – Part I

Vamos falar um pouco do xamanismo para entender sobre os mestres runemais. 
Antes de examinar as qualidades mágicas do alfabeto rúnico, seria melhor descobrir um pouco mais a respeito do povo que as utilizou e, especialmente, sobre aqueles poucos que diziam ser iniciados na antiga magia rúnica.
Os feiticeiros, que empregavam as runas para propósitos mágicos, consideravam-se parentes de sangue de Odin, o deus nórdico do qual popularmente credita-se a invenção do alfabeto rúnico.
Esses feiticeiros eram basicamente seguidores da tradição xamanística, que é um dos mais antigos, se não o mais antigo sistema religioso conhecido pela humanidade. Tais crenças datam do início da Idade da Pedra e seu conceito simplista, ainda que essencial, da Força da Vida, que era simbolizada na arte e rituais como um deus com chifres e a deusa Lua ou Mãe Terra.
O termo “xamã” é derivado de Manchúria, que significa “aquele que etá excitado”. Esta é uma referência direta ao estado próximo da histeria cultivado pelo xamã para se comunicar  com os espíritos dos habitantes do outro mundo, que existe além dos sentidos materiais. Teoricamente, um xamã (homem ou mulher) pode pertencer a qualquer religião, não obstante não pertença a nenhuma, pois é discípulo da mais antiga religião praticada pela Humanidade.

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