Simbologia Pagã

Cruz Ansata
CRUZ ANSATA :Antigo símbolo egípcio que representa a vida, o conhecimento cósmico e o intercurso sexual. Também é conhecido por bruxos como a “Cruz Ansata”, utilizado em rituais de encantamento, fertilidade e divinação. Todo faraó ao morrer levava a cruz junto às narinas para adquirir imortalidade.Ele era encontrado sempre nos hieróglifos, sendo segurado pelas divindades egípcias como se fosse uma chave, o que nos remete ao seu significado como “a chave dos portões que separam a vida e a morte”, já que estes desenhos eram muito comuns em pirâmides mortuárias dos faraós. O Ankh simboliza a vida, o conhecimento cósmico, o intercurso sexual e o renascimento.
Circulo
CÍRCULO: O movimento cíclico do Universo e das energias. Representa toda forma de força cíclica, seja corpórea ou universal ininterrupta.
Olho de Hórus
OLHO DE HÓRUS: É outro antigo símbolo egípcio. Representa o olho divino do deus Hórus, as energias solar e lunar, e freqüentemente é usado para simbolizar a proteção espiritual e também o poder clarividente do Terceiro Olho.
Olho Grego ou Turco

OLHO GREGO OU TURCO: Olho grego é um talismã contra a inveja e o mau-olhado, é também conhecido como um símbolo da sorte e funciona contra energias negativas. O olho grego é muito utilizado comopingentes em pulseiras e correntes, além de tatuagens.
Acredita-se o olho grego tem o poder de absorver energias negativas, além de proteger a pessoa da inveja. Normalmente, o olho grego é feito de vidro, com a cor azul, pois acredita-se que o mau-olhado tem essa cor, portanto seria mais eficiente em não atraí-lo. O olho também pode simbolizar o olhar de Deus que ilumina e protege as pessoas, além de transmitir a paz.
O olho grego existe há muito tempo, e era utilizado em rituais da religião islâmica, mas foi adotado por católicos também. O símbolo também é muito encontrado em países árabes, como Grécia, Irã e Armênia.
O olho grego também é conhecido como olho turco ou nazar, porque também é bastante popular na Turquia e é usado com o mesmo propósito que o olho grego. É comum ver o olho turco pendurado em portas e em espelhos retrovisores dos carros. Algumas mães colocam esse amuleto na roupa dos bebês, e se o amuleto aparece rachado, significa que protegeu a criança do mau-olhado e deve ser substituído.
No Antigo Egito e na Índia, o Olho de Hórus e o Terceiro Olho do Buda representavam objetos com a mesma função que o olho grego ou turco.
Por vezes, o amuleto do olho grego é usado em conjunto com o amuleto vermelho em formato de pimenta, que é usado por pessoas para afastar maus espíritos.
Pentagrama
PENTAGRAMA: É um dos símbolos pagãos mais poderosos e mais populares entre os Bruxos e Magos Cerimoniais. O pentagrama (uma estrela de cinco pontas circunscrita num círculo) representa os quatro antigos e místicos elementos: fogo, água, ar e terra, superados pelo espírito. Na Wicca o símbolo do pentagrama é geralmente desenhado com a ponta para cima a fim de simbolizar as aspirações espirituais humanas. Um pentagrama voltado com duas pontas para cima é um símbolo do Deus Cornífero.
Selo de Salomão
SELO DE SALOMÃO: É um antigo e poderoso símbolo mágico. Este símbolo consiste em um hexagrama de dois triângulos entrelaçados (um voltado para cima e outro para baixo). O selo de Salomão simboliza a alma humana, sendo utilizado por bruxos e magos cerimoniais para encantamentos, conjuração de espíritos, sabedoria, purificação e reforço dos poderes psíquicos.
Hexagrama
HEXAGRAMA:De dois triângulos entrelaçados simboliza a alma humana, sendo utilizado por magos cerimoniais para encantamentos, conjurações de espíritos, sabedoria, e reforço dos poderes psíquicos.
Simboliza os processos de involução e evolução. Com efeito; o triângulo que aponta para baixo apresenta a involução da energia divina que desce às formas mais boçais, ao passo que o triângulo voltado para cima indica a ascensão dos seres quer entendem a se divinizar cada vez mais.
É símbolo usado como amuleto para dar sorte; representa o casamento perfeito entre masculino e feminino, compreensão entre sexos.
OM
OM: Símbolo universal da Yoga, e quando pronunciado se torna o mais poderoso dos mantras. O “Om” é considerado a origem e o fim de todos os verbos. Nele o universo se cria, se conserva e se dissolve. É o som-semente que desenvolve o centro de força da “Terceira Visão”, responsável pela intuição, meditação e pelos fenômenos da telepatia e clarividência. O “Om” é considerado o som mais próximo da palavra divina, e a origem de todas as demais.OM é a vibração divina para a criação do Universo, quando vibrado como Aum representa a família trina indiana: Brahma, Vishnu e Shiva. É considerado o mais importante símbolo da atualidade.
Suástica
SUÁSTICA: É um antigo símbolo religioso formado pela cruz grega com braços em ângulos retos. Antes de ter sido adotada pelo nazismo, a suástica era um símbolo sagrado de boa sorte e de saúde na Europa pré-cristã e em muitas outras culturas pagãs em todo mundo, incluindo as orientais, egípcias e tribais das Américas. A palavra suástica origina-se do sânscrito (svastika) que significa “um sinal de boa sorte”. Existem milhares de símbolos da suástica pelo mundo e o mais antigo de todos, data do ano 12.000 a.C.
Sol
SOL: Considerado pelo povo egípcio como o primeiro Deus, talvez tenha sido a primeira manifestação monoteísta do mundo, o deus Rá.
Tao ou Yin Yang
TAO OU YIN YANG: A representatividade chinesa do macro e microcosmos e das duas energias que regem das duas energias que regem o mundo, yin e yang; o feminino e o masculino; o bem e o mal; a ordem e o caos; – energias opostas que se complementam. A força intrínseca do Universo convertendo-se ora em uma, ora em outra.
Triangulo
TRIANGULO: Símbolo com várias interpretações, aliás, conciliáveis: luz, trevas e tempo; passado, presente e futuro; sabedoria, força e beleza; nascimento, vida e morte; liberdade, igualdade e fraternidade.
É um símbolo de manifestação finita na magia ocidental, sendo usado em rituais para invocar os espíritos quando o selo ou sinal da entidade a ser invocada está no centro do triângulo. O triângulo é equivalente ao número três – número mágico poderoso – e é um símbolo sagrado da Deusa Tripa: Virgem, Mãe e Anciã. Invertido simboliza o princípio masculino.
Tem cabalisticamente duas formas de interpretação, define o temário, numero três: causa, ação e reação. É também a força do etéreo quando o vértice está para cima.
Lua Crescente
LUA CRESCENTE: É um símbolo sagrado da Deusa e também um símbolo da magia, da energia feminina, da fertilidade, do crescimento abundante e dos poderes secretos da Natureza. É utilizado nas invocações à Deusa e a todas as deidades lunares (tanto masculinas quanto femininas), na magia da lua, nas celebrações dos Sabbats e nos rituais de cura das mulheres.
Tridente
TRIDENTE: É um símbolo sagrado de três falos, ostentado por qualquer deidade masculina cuja função é unir-se sexualmente à Deusa Tripla. É utilizado principalmente em Grandes Rituais, Magia Sexual e rituais de fertilidade.
Cruz Celta
CRUZ CELTA: Associada à coragem e ao heroísmo, a cruz celta ajuda a superar obstáculos e a conquistar vitórias graças aos próprios esforços. Atrai reconhecimento, fama e riqueza, mas essas bênçãos só são garantidas para quem trabalha com afinco e dedicação. Por isso, a cruz celta também concede força de vontade e disposição. A divindade relacionada a esse talismã é Lug, o Senhor da Criação na mitologia celta.
Athame Bolga
ATHAME BOLGA: O Atame bolga era o instrumento que os celtas utilizavam para arar o solo. Por facilitar a obtenção de alimentos, era considerado sagrado. Usado como talismã, atrai fecundidade, criatividade e poder de realização. Ajuda, também, a conquistar uma saúde perfeita e estabilidade financeira. A divindade relacionada a esse talismã é a própria Terra, que os celtas reverenciavam como sendo uma espécie de mãe divina, sempre disposta a prover seus filhos de tudo àquilo que eles precisam.
Triskle
TRISKLE: Associado aos quatro elementos básicos da natureza – a terra, o fogo, o ar e a água -, o triskle celta é o símbolo que sintetiza toda a sabedoria desse povo. Ele representa as três faces da mulher, considerada a expressão máxima da natureza: a anciã, a mãe e a virgem. Usado como talismã, esse objeto atrai as três principais qualidades femininas – ou seja, a intuição, a ternura e a beleza – e ajuda a obter proteção contra todos os males. A divindade relacionada a esse talismã é a própria natureza, cultuada pelos celtas.
Lua Tríplice

LUA TRÍPLICE: Dessa forma (onde é chamada de Deusa Tríplice ou Tríplice Deusa), associando-se às três fases visíveis da Lua, manifesta-se de três maneiras:
Na lua nova/crescente, A Deusa é a Donzela (representando a pureza e a busca pelo conhecimento).
Na lua cheia, Ela é a Mãe (representando poder, proteção e carinho maternal).
Na lua minguante, Ela é a Anciã (representando sabedoria, conhecimento e renovação).
Esses são os seus três diferentes aspectos.
A Deusa Tríplice é um tema de muitos dos escritos de Robert Graves e tem sido adotado por muitos neopagãos (notavelmente wicanos) como uma de suas divindades primárias. O termo deusa tripla é infrequentemente usado fora do neopaganismo para se referir a tríades de deusas e singulares deusas históricas de três formas ou aspectos. No uso neopagão comum, as três figuras femininas são frequentemente descritas como a Donzela, a Mãe e a Anciã, cada qual simbolizando ambos um estágio separado num ciclo da vida feminina e uma fase lunar, e frequentemente regem um dos reinos da terra, do submundo e dos céus. Esses aspectos podem ou não ser percebidos como aspectos de uma singular divindade maior.

A Árvore da Vida

A ÁRVORE DA VIDA: Definimos o cosmo como a totalidade da criação, incluindo uma variedade e diversidade de planos, níveis, dimensões, mundos e camadas. Enquanto o cosmo é o Todo, o universo representa uma parte, uma esfera com atividades e influências diferenciadas e específicas. Existem muitos universos, mas há somente um cosmo,  que transcende a noção de tempo e espaço, pois suas camadas se interpretam e entrelaçam, estendendo-se para dentro e para fora de sua estrutura básica.
Na mitologia nórdica, o cosmo multidimensional era representado por Yggdrasil, a árvores do Mundo, com três raízes que correspondiam às três dimensões – deuses, homens e mortos – e interligavam os nove mundos.
O conceito de uma Árvore da Vida, do mundo, ou uma Coluna, Pilar ou Eixo Cósmico, existe em outras culturas e religiões. No Ocidente, a mas conhecida é a árvore Cabalística da escola mística judaica, dividida em quatro planos e dez esferas (Sephiroth).
Nas tradições xamânicas, a Árvores do Mundo ou Eixo Cósmico é uma imagem conhecida, apresentada com riqueza de detalhes nos mitos das tribos siberianas (samoiedos, iacutos, tungues, tártaros, altais e mongóis), dos povos fino-úgricos, turcos e celtas. Em todos esses mitos, a Árvore sustenta diferentes mundos (dos deuses, seres sobrenaturais, homens, ancestrais), que podem ser alcançados pelos xamãs em estado alterado de consciência.
Os xamãs “sobem” na árvores por degraus “cortados” no tronco, por uma escada, ou levados por um pássaro aliado. Eles atravessam vários portais ou mundos, subindo (para o mundo do divino) ou descendo (para o mundo dos mortos). Os galhos dessa Árvore (encontrados em lugares determinados, por indicações transmitidas nos sonhos) eram utilizados pelos xamãs, na confecção da moldura de seus tambores, chamados de “cavalos dos xamãs”, cujas batidas induziam o estado de transe xamânico.
Os detalhes da Árvore diferem de uma cultura para outra, mas há características comuns, como os galhos que tocam o céu, as raízes que mergulham no mundo subterrâneo, o tronco que sustenta vários mundos e as folhagens que abrigam diversos animais. [Fonte: Mitologia Nórdica/Mirella Faur].


O Labirinto da Serpente

O LABIRINTO DA SERPENTE: Atribuído a Hecate, bem como a Diana Lucifera (versão romana da divindade) no seu aspecto de Deusa Tríplice – o Strophalos ou Roda de Hecate é um antigo símbolo de origens pré-helênicas e cujo exato significado já se perdeu na noite dos tempos.
O Símbolo original tem sofrido várias modificações. Se trata de um símbolo muito anterior à Cultura Grega. Porém a falta de fontes da antiguidade não podemos especular sobre as origens exatas. A referencia mais antiga é o oráculo de Caldeu nele o Strophalos é descrito como sendo uma serpente descrevendo um labirinto à volta de um espiral. A serpente representa o renascimento e a sabedoria. O símbolo exterior representa o cosmo, ou de uma forma mais abstrata, a unidade formada pelos três aspectos da Deusa. É muito utilizado pelos praticantes da Tradição Diânica e de Tradições Helênicas. É utilizado como mandala meditativa, talismã e objeto de poder. Sendo especialmente indicado para trabalhos invocativos a Deusa Ctônica.
Ele é melhor analisado de fora para dentro, vendo o círculo como o cosmos e a roda com 3 caminhos, 3 faces de Hecate. Ela é um labirinto em espiral onde o membro iniciado nos mistérios da deusa entrava na diluição da realidade engendrada pela feitiçaria da deidade. É como uma espiral indutora de transe usada em hipnose que atua como um mergulho tríplice em espiral na dissolução do “ser”, que se funde para ser reforjado consoante a vontade de quem rege a Roda de Hecate, para morrer e renascer na “Deusa”.

Odin com seus Corvos.

O CORVO: O Corvo é um espírito contrário. Do lado negativo, o Corvo representa o profano, espíritos malignos, o malandro e ladrão, guerra e destruição, morte, o vazio.

No entanto, em muitas culturas o corvo  também representa a magia profunda, o mistério do desconhecido, da morte e transformação, criação, cura, sabedoria, proteção e profecia.
O corvo é tanto o símbolo do sol, como o símbolo de uma noite sem lua. Ela é a luz que dá luz no centro da nossa galáxia, e o buraco negro no centro do universo, para o qual todos nós estamos viajando para a nossa eventual extinção.
O corvo é o toque fatal da Calleach no inverno, a sabedoria de Odin, o navio da profecia dada a uma vidente, o protetor poderosos das ilhas ocidentais, e a mensagem de cura de um pajé indígena. O corvo é uma ave complexa, tanto na natureza quanto na mitologia.
O corvo representa o inverno, devido à sua capacidade de suportar o frio. Também representa a noite, sua plumagem ébano lembrando-nos da Lua Negra. A magia é muito forte nesta época do mês, quando a majestade do universo estrelado desdobra acima de nós. O corvo é um guia ideal no caminho dos mais profundos mistérios.
Para chamar o corvo como ave de profecia, você pode usar uma rima antiga usada para interpretar presságios pelo número de corvos, gralhas ou visto em um rebanho:
Um para más notícias,
Dois para alegria,
Três é um casamento
Quatro é um nascimento
Cinco é a riqueza,
Seis é um ladrão,
Sete, é uma viagem.
Oito é de tristeza
Nove é um segredo
Dez é sofrimento
Onze é para o amor
Doze – alegria para amanhã.
Manter uma pena de corvo ou com suas ferramentas é ótimo para adivinhação. Os corvos presidem especialmente ferramentas escuras, como espelhos e bolas de vidência de ônix, mas pode ser usado com qualquer ferramenta.
Ao desenhar um círculo usando imagens de corvos, a magia do corvo flui durante o ritual. Na tradição da Wicca de Morgan, a Sacerdotisa Corvo circunda o perímetro nove vezes em honra das nove sacerdotisas de Avalón.
Adicionando penas de corvo em suas ferramentas (por ex, anexando penas a sua varinha pessoal, Athame, pentagrama ou em qualquer lugar do altar) é um meio poderoso de usar a Magia do Corvo.
Na natureza, os corvos atacam seus inimigos se eles vêm muito perto de seu ninho. Proteja sua casa ou empresa contra malfeitores, com os espíritos dos corvos guerreiros, como o Corvo Owein do Exército, a Morrigan, ou o Valkyres. Quando você invocar o seu espirito destemido, nada pode prevalecer contra você.

O Sagrado Feminino

A DEUSA: Representa a fecundidade e a fertilidade. Ela se baseia nas primitivas imagens da Grande Mãe que, desde a Idade da Pedra, representam o poder mágico da alma feminina. Ela é a senhora da fertilidade da terra e do espírito. Deve ser colocada perto da cama (para a fertilidade do casal), na mesa do escritório (para a fecundação de novos projetos) ou na sala (para a fertilidadedas relações familiares).

O Homem Verde

O HOMEM VERDE: O Homem verde é uma misteriosa deidade dos bosques que cuida das florestas e especialmente de todas as árvores.

Diz-se que ele tem uma forma humana, tez verde e se veste com folhas e cascas de árvore. Para aqueles que destroem indiscriminadamente bosques e florestas, o Homem Verde é um espírito maligno. Para aqueles que amam e usam de modo sábio as árvores, ele é uma tímida entidade que encoraja o crescimento das plantas.
Segundo a lenda, ele oculta tesouros sob suas árvores frutíferas, mas torna a ocultá-los se os fazendeiros arrancam as árvores de seus pomares em busca de tesouro.
Aproveitando há uma banda do qual gosto muito que fez uma música para essa entidade, do qual gosto muito. Green Man/Type O Negative

Flor de Lótus

FLOR DE LÓTUS: No oriente, a flor de lótus significa pureza espiritual. O lótus (padma), também conhecido como lótus-egípcio, lótus-sagrado ou lótus-da-índia, é uma planta aquática que floresce sobre a água.

No simbolismo budista, o significado mais importante da flor de lótus é pureza do corpo e da mente. A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais, e a flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

É simbolicamente associada à figura de Buda e aos seus ensinamentos e, por isso, são flores sagradas para os povos do oriente. Diz a lenda que quando o menino Buda deu os primeiros passos, em todos os lugares que pisou, flores de lótus desabrocharam.

Nas religiões asiáticas, a maior parte das divindades costumam surgir sentadas sobre uma flor de lótus durante o ato de meditação.

Na literatura clássica de muitas culturas asiáticas, a flor de lótus simboliza elegância, beleza, perfeição, pureza e graça, sendo frequentemente associada aos atributos femininos ideais.

A flor de lótus representa um mistério para a ciência, que não consegue explicar a característica própria que possui de repelir microorganismos e partículas de pó.

É uma flor muito usada em tatuagens com diferentes significados associados a cada cor da flor. No Japão esta flor é muitas vezes tatuada em conjunto com o peixe koi, significando individualidade e força.

Na Yoga, a posição de Lótus (Padmásana) é a postura tradicional de meditação, em que a pessoa sentada entrelaça as pernas e pousa as mãos sobre os joelhos.
Significado das Cores da Flor de Lótus
– Lótus Azul: remete para o triunfo do espírito em relação aos sentidos, significa sabedoria e conhecimento. Esta flor nunca revela o seu interior, porque está quase sempre totalmente fechada.
– Lótus Branca: está relacionada com a perfeição do espírito e da mente, estado de pureza total e natureza imaculada. Normalmente é representada com 8 pétalas.
– Lótus Vermelha: revela a candura e natureza original do coração. Esta flor corresponde às qualidades do coração, como o amor, paixão e compaixão. É também conhecida como a flor do Buda da Compaixão, Avalokitesvara.
– Lótus Rosa: apesar de muitas vezes ser confundida com a flor de lótus branca, a lótus rosa é a mais importante e especial de todas as lótus, estando relacionada com personagens divinas, como é o caso do Grande Buda.

A flor de Lótus fechada ou em botão é um simbolismo das infinitas possibilidades do Homem, enquanto que a flor de lótus aberta representa a criação do Universo.
Flor de Lótus na Mitologia Grega

Na mitologia grega, os Lotófagos são um povo que vivia numa ilha perto do Norte de África e que como o nome indica, comiam plantas e flores de lótus. Estas plantas têm o efeito de um narcótico que causa um sono pacífico e também amnésia a quem as ingerir.

Na Odisseia de Homero, existe um episódio em que três homens são enviados para a ilha de forma a investigá-la. No entanto, por comerem as flores de lótus como os restantes habitantes, esquecem que têm que voltar para o barco. Mais tarde, Ulisses consegue resgatar os homens e teve mesmo que os amarrar ao navio para que eles não voltassem para a ilha. Através desta história, Homero demonstra toda a sua criatividade e conhecimento a respeito do ser humano, porque a amnésia causada pela flor de lótus é uma coisa que muitas pessoas desejam: a possibilidade de começar de novo, de renascer e apagar o passado.

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